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História do Parque

Localizado na divisa dos Estados de Espírito Santo e de Minas Gerais, o Parque Nacional do Caparaó possui um relevo acidentado variando de 997 metros de altitude na parte mais baixa e 2.892 metros na parte mais alta, que é o Pico da Bandeira, considerado no ano de 1859, ponto mais alto do Brasil, quando D. Pedro II mandou hastear no topo uma bandeira do Império. Esta é a provável origem do seu nome. Na década de 60 o Pico da Bandeira perdeu seu posto de pico mais alto do Brasil para o Pico da Neblina e o 31 de Março, ambos localizados na Serra da Neblina, Amazonas , fronteira com Peru.

Na Serra do Caparaó, como na maioria das áreas serranas a vegetação modifica-se gradativamente de acordo com a altitude e o clima. O clima tropical conta com temperaturas médias entre 13°C e 27°C. Nas partes mais altas, no entanto, chega a esfriar bastante, aproximadamente 8°C a 13ºC negativos. Nas partes mais baixas, a Mata Atlântica domina a paisagem, mas vai cedendo espaço à formação de campos, conforme a altitude aumenta. A Mata Atlântica possui a maior biodiversidade encontrada no país. Destacam-se espécies como angicos, quaresmeiras, palmeiras, jequitibás e várias outras exclusivas desse ecossistema. Nas regiões mais altas, predominam espécies adaptadas às peculiaridades locais tais como, solos pedregosos, frio intenso, geadas e formação de crostas de gelo. 

Sua fauna conta com diversas espécies de animais como o muriqui ou mono-carvoeiro, o maior macaco das Américas, a jacutinga, a onça pintada, o gavião-real e o macuco, estes ameaçados de extinção. São conhecidas mais de trezentas espécies de aves ( tucanos, sabiás-laranjeiras, tangarás, saíras, canários-da-terra, entre outros), mais de sessenta espécies de mamíferos ( quati, mão-pelada, lobo-guará, cachorro do mato, macaco prego, entre outros), mais de cinqüenta mil espécies de insetos, répteis e mais de sessenta espécies de anfíbios.